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Sobre Nós

Do dossel da floresta ao leito dos rios, a TAOCA preserva os dados que revelam como a biodiversidade amazônica realmente funciona. Os parceiros da TAOCA se dedicam a entender os fatores que determinam a distribuição da biodiversidade nas florestas e nos ambientes de água doce da Amazônia.

Reunimos dados ecológicos sobre um amplo conjunto de grupos taxonômicos focais – incluindo aves, besouros escarabeíneos, formigas, mamíferos terrestres, macroinvertebrados aquáticos, macrófitas e peixes – coletados por meio de levantamentos ecológicos padronizados em áreas amostradas na Amazônia brasileira.

Cada conjunto de dados hospedado pela TAOCA ajuda a responder algumas das questões mais urgentes da ciência da conservação atual. Os dados disponíveis na TAOCA podem ser usados para compreender padrões espaço-temporais de grande escala da biodiversidade amazônica, investigar seus fatores determinantes, subsidiar avaliações do estado de conservação de táxons-chave e fornecer evidências científicas para orientar tomadas de decisão – transformando dados de campo em impacto real.

A TAOCA está atualmente sediada na Universidade de Bristol (Reino Unido) e na Universidade Federal do Pará (UFPA, Brasil).

Nossa Trajetória

Construída ao longo de anos de colaboração entre instituições e áreas do conhecimento, nossa trajetória apoia e conecta diversas redes de pesquisa e projetos, estando estruturada nas seguintes fases:

2020 – 2022

FASE 1: CRIAÇÃO (2020–2022)

A TAOCA nasceu da necessidade de organizar, padronizar e armazenar de forma segura a vasta quantidade de dados ecológicos reunidos pelo Projeto SYNERGIZE (SYNthesising Ecological Responses to deGradation In amaZonian Environments). O SYNERGIZE fez parte do Centro de Síntese em Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (SinBiose) e liderou a compilação de dados de biodiversidade de ecossistemas florestais e de água doce da Amazônia, reunidos por uma rede de mais de 250 cientistas.

Esse marco tornou a TAOCA o primeiro banco de dados a hospedar dados ecológicos padronizados sobre comunidades de aves, besouros escarabeíneos e formigas na Amazônia brasileira.

Seu desenvolvimento foi coliderado por equipes do Projeto SYNERGIZE (Dr. Filipe França, Dra. Raquel Carvalho, Dr. Cássio Alencar Nunes e Dra. Rafaella Maciel) e da QuipoTech (Dr. Eduardo Krempser, Lucimar Cunha e André Demori), com apoio de muitos outros colaboradores e instituições (conheça as nossas equipes).

Nessa fase, a TAOCA e o Projeto SYNERGIZE foram coordenados pela Universidade de Bristol (Dr. Filipe França) e pela Embrapa Amazônia Oriental (Dra. Joice Ferreira), com financiamento do CNPq/SinBiose e da Universidade de Lancaster.

2022 – 2023

FASE 2: EXPANSÃO PARA OS ECOSSISTEMAS DE ÁGUA DOCE (2022–2023)

A TAOCA recebeu financiamentos da Universidade de Bristol, o que possibilitou a expansão de sua estrutura computacional e de sua capacidade de armazenar e validar conjuntos de dados ecológicos de ecossistemas de água doce da Amazônia.

Esse foi mais um marco pioneiro para a TAOCA, que se tornou o primeiro banco de dados a hospedar dados ecológicos padronizados sobre fauna e flora terrestres e de água doce na Amazônia brasileira.

Essa expansão foi coliderada por equipes da Universidade de Bristol (Dr. Filipe França, Dra. Rafaella Maciel), da Universidade Federal do Pará (Profs. Leandro Juen, Luciano Montag e Thaísa Michelan) e da QuipoTech (Dr. Eduardo Krempser, Lucimar Cunha e André Demori), com apoio de muitos outros colaboradores e instituições (conheça as nossas equipes).

Nessa fase, a TAOCA foi coordenada pela Universidade de Bristol (Dr. Filipe França) e pela QuipoTech (Dr. Eduardo Krempser), com financiamento dos projetos "Scaling up TAOCA: a technological tool to support low-carbon research on Amazonian terrestrial and freshwater biodiversity", coordenado pelos Drs. Filipe França e Eduardo Krempser, e "SynPAm: Synthesis for Policy in Amazonia", coordenado pelo Dr. Filipe França.

2023 – PRESENTE

FASE 3: EXPANSÃO PARA NOVOS GRUPOS E REGIÕES (2023–PRESENTE)

Em dezembro de 2022, o futuro da TAOCA deu um grande salto quando nosso Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Sínteses da Biodiversidade Amazônica (INCT-SinBiAm) foi contemplado com financiamento do CNPq, permitindo-nos expandir tudo o que havíamos construído até então.

A TAOCA está agora expandindo o seu arcabouço para receber conjuntos de dados ecológicos de outros grupos biológicos (mamíferos terrestres) e países amazônicos.

A TAOCA é atualmente coordenada pelo comitê gestor do INCT-SinBiAm: Prof. Leandro Juen (Universidade Federal do Pará), Dr. Filipe França (Universidade de Bristol/Universidade Federal do Pará), Dra. Juliana Schietti (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e Prof. Fabrício Baccaro (Universidade Federal do Amazonas), em conjunto com o Dr. Eduardo Krempser (QuipoTech), com apoio de muitos outros colaboradores e instituições (conheça as nossas equipes).

Nessa fase, recebemos financiamento de diversos projetos: o INCT-SinBiAm, financiado pelo CNPq e coordenado pelo Prof. Leandro Juen, Dra. Juliana Schietti, Dr. Filipe França e Prof. Fabrício Baccaro; o PPBio-AmOr (Programa de Pesquisa em Biodiversidade da Amazônia Oriental), financiado pelo CNPq e coordenado pelo Prof. Leandro Juen, Profa. Grazielle Teodoro e Dr. Filipe França; o FLORAmOr (Rede de Monitoramento da Biodiversidade de Florestas e Igarapés da Amazônia Oriental), financiado pelo CNPq e coordenado pelo Dr. Filipe França; o PELD-AmOr (Monitoramento de Longa Duração de Padrões Socioecológicos em Ecossistemas da Amazônia Oriental), financiado pelo CNPq e coordenado pela Profa. Thaísa Michelan, Dr. Filipe França e Prof. Leandro Juen; e o PanTropIn (Drivers and impacts of insect biodiversity changes across pantropical forests), financiado pela UKRI Future Leaders Fellowship.

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Nossos Dados

Hospedamos dados ecológicos padronizados de ecossistemas florestais e aquáticos da Amazônia, incluindo aves, besouros, formigas, mamíferos, macroinvertebrados, macrófitas e peixes.

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